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31/08/2023

Atividade sobre Independência

 


14/08/2011

Pequenos Textos para alfabetização

A FOCA FILOMENA
 
FILOMENA É UMA FOCA DE CIRCO.
FABIANO É O DOMADOR DA FOCA.
CADA VEZ QUE ELA FICA COM A BOLA NO NARIZ, FABIANO LHE DÁ UM PEIXE.
A MENINADA VÊ FILOMENA COM A BOLA E PEDE “BIS”.
ELA REPETE O QUE FEZ, DÁ UMA REBOLADA E SAI COM UM PEIXE NA BOCA TODA FELIZ!
DEPOIS ELA VAI DESCANSAR, PARA MAIS TARDE FAZER OUTRO ESPETÁCULO.

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O RATINHO QUI QUI
 
HAVIA UM RATINHO QUE SE CHAMAVA QUI  QUI.
COMEU TODO O QUEIJINHO QUE ESTAVA BEM AQUI.
ARMEI A RATOEIRA
PARA PEGAR O TRAIDOR.
MAS PEGOU O MEU DEDINHO
POXA VIDA
___ AI QUE DOR !
  


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10/06/2011

Atividade de Leitura e escrita do nome

O nome próprio é um modelo estável de escrita. O trabalho com nomes informa as crianças sobre as
letras, a quantidade, a posição e a ordem delas; permite o contato com diferentes sílabas e diferentes
tamanhos de palavras, além de favorecer a aquisição da base alfabética.
Objetivo
. Registrar e reconhecer o próprio nome e dos/as colegas. Reconhecer o uso funcional do texto.
Desafios colocados aos alfabetizandos/as
. Tentar ler antes de saber ler convencionalmente.
. Estabelecer correspondência entre partes do oral e partes do escrito, ajustando o que sabem de cor
à escrita convencional.
. Acionar estratégias de leitura que permitam descobrir o que está escrito e onde.
Sugestões de atividades
. Jogos: bingo, dominó, caça-nomes, cruzadinha, quebra-cabeça, forca e lacunado com os nomes
dos/as alfabetizandos/as.
. Montar nomes com alfabeto móvel.
. Caixa de palavra-texto (nomes dos alunos) para realização de leituras diárias.
. Lista dos nomes dos/as alfabetizandos/as, dos/as professores/as ou funcionários/as da escola.
. Classificar nomes dos/as alfabetizandos/as de acordo com: número de letra, de sílaba.
. Identificar letras do próprio nome em embalagens e rótulos.
. Criação de novos nomes a partir das primeiras sílabas de um e das últimas de outro, por exemplo:
ROBERTO – ROMÁRIO; PAULA – LARISSA.
. Procurar nomes escondidos dentro de outros nomes, por exemplo. LUCÉLIA = LU + CÉLIA;
JULIANA = JULIA + ANA.
. Transformação de nomes: nomes femininos em masculinos ou vice-versa – ANGELA =
ANGELO; nomes em seus diminuitivos ou aumentativos – PAULO = PAULINHO = PAULÃO;
nomes em plural – CLARA = CLARAS

Fonte : SMEC


04/12/2010

A participação da família na alfabetização das crianças

1- Proporcione situações para leitura e escrita, usando textos e livros mais simples, curtos e de fácil entendimento, que tal visitar bibliotecas e livrarias exercite com as crianças a escolha de títulos, descubra suas preferências literárias;

2-Estimule a escrita de textos pela própria criança, confeccionar listas de supermercado, bilhetes, agendas, diários, entre outros;

3-Envie para a professora dificuldades que foram percebidas em casa;

4- Envie para a escola, os textos que você tenha trabalhado com a criança, de forma que ela possa socializar com os colegas e professor;

5- Reveze a leitura com seu filho, leia uma página, trecho de textos ou frases e ele outra;

6- Encontre tempo e disponibilidade para acompanhar as atividades escolares da criança;

7-Os horários para leitura devem ser muito bem planejados a criança precisa de um tempo para descansar e brincar;

8-O local do estudo precisa ser agradável e receptível, nada de barulho (televisão, vídeo game, computador);

9- Papai e mamãe demonstrem interesse e paciência pelas atividades do seu filho, veja e comente o que ele escreveu, ouça o que esta lendo;

10- As sugestões de leitura enviadas pela professora são importantes, leia sempre;

11- Incentive e elogio cada conquista, cada etapa vencida, seu filho merece;

12-Caso surja alguma dúvida, não tenha receio, peça ajuda a professora ou a escola, o importante é participar e desfrutar deste momento com seu filho.

02/12/2010

Identificar o nível de Alfabetização

PRÉ-SILÁBICA




*Grafismo Primitivo

Predomínio de rabiscos e pseudo-letras. A utilização de grafias convencionais é um intento para a criança.

Desenvolvem procedimentos para diferenciar escritas. (garatujas)

*Escrita sem controle de quantidade

A criança escreve ocupando toda a largura da folha ou do espaço destinado a escrita.

A R M S MO H A O R U I L N M (brigadeiro)

A M T O X A M H N TS K H U I (pipoca)

M H O T I P E R T C L P M N B O (suco)

A T R O C D G P E S IP U T D F F (bis)

*Escrita Unigráfica

A criança utiliza somente uma letra para representar a palavra.

A (brigadeiro)

L (pipoca)

F (suco)

C (bis)

*Escrita Fixa

A mesma série de letras numa mesma ordem serve para diferenciar nomes.

Predomínio de grafias convencionais.

A L N I (brigadeiro)

A L N I (pipoca)

A L N I (suco)

A L N I (bis)

*Quantidade variável

Repertório Fixo/Parcial

Algumas letras aparecem na mesma ordem e lugar, outras letras de forma diferente. Varia a quantidade de letras para cada palavra.

S A M T (brigadeiro)

A M T (pipoca)

A M T S A (suco)

S A T (bis)

*Quantidade constante

Repertório variável

Quantidade constante para todas as escritas. Porém, usa-se o recurso da diferenciação qualitativa: as letras mudam ou muda a ordem das letras.

HRUM (brigadeiro)

ASGK (pipoca)

ONBJ (suco)

CFTV (bis)

*Quantidade variável

Repertório variado

Expressam máxima diferenciação controlada para diferenciar uma escrita de outra.

R A M Q N (brigadeiro)

A B E A M F (pipoca)

G E P F A (suco)

O S D L (bis)

*Quantidade e repertório variáveis

Presença de valor sonoro início e/ou fim

Variedade na quantidade e no repertório de letras. A criança preocupa-se em utilizar letras que correspondem ao som inicial e/ou final.

I M S A B R O (brigadeiro)

I B R N S A (pipoca)

U R M T O (suco)

I N B O X I X (bis)



SILÁBICA



*Sem valor sonoro: a criança escreve uma letra para representar a sílaba sem se preocupar com o valor sonoro correspondente

R O M T (brigadeiro)

B U D (pipoca)

A S (suco)

R (bis)

*Iniciando uma correspondência sonora: a criança escreve uma letra para cada sílaba e começa a utilizar letras que correspondem ao som da sílaba.

I T M O (brigadeiro)

P Q A (pipoca)

R O (suco)

G I (bis)

*Com valor sonoro: a criança escreve uma letra para cada sílaba, utilizando letras que correspondem ao som da sílaba; às vezes usa só vogais e outras vezes consoantes e vogais.

I A E O – B H D O (brigadeiro)

I O A – P O K (pipoca)

U O – S C (suco)

I S – B I (bis)

*Silábico em conflito ou hipótese falsa necessária: momento de conflito cognitivo relacionado à quantidade mínima de letras (BIS/ISIS) e a contradição entre a interpretação silábica e as escritas alfabéticas que têm sempre mais letras. Acrescenta letras e dá a impressão que regrediu para o pré- silábico.

B H D U L E (brigadeiro)

I O K E C (pipoca)

U O K U (suco)

I S I S (bis)



SILÁBICA - ALFABÉTICA



A criança, ora escreve uma letra para representar a sílaba, ora escreve a sílaba completa. Dificuldade é mais visível nas sílabas complexas.

B I H D R O (brigadeiro)

P I P O K (pipoca)

S U K O (suco)

B I Z (bis)



ALFABÉTICA





A criança já compreende o sistema de escrita faltando apenas apropriar-se das convenções ortográficas; principalmente nas sílabas complexas..

BRIGADEIRO

PIPOCA

SUCO

BIS





Essas informações são parâmetros que ajudam a compreender as hipóteses das crianças sobre o sistema de escrita e assim poder planejar e intervir intencionalmente para que avancem.

As crianças são complexas e muitas vezes não se encaixam nas “gavetinhas”, é preciso investigar, usando diferentes estratégias para conhecê-las.





Fonte: Meu Mundo

24/10/2009

Bastão ou cursiva?

Um assunto que vem gerando polêmica e está sempre presente no meio pedagógico, é a questão de que tipo de letra usar para alfabetizar.
Por um lado afirma-se que o mais indicado para o início do processo é ensinar a letra tipo bastão é mais fácil para o aluno e para o professor também. Mas por outro lado o processo de transição da bastão para a cursiva torna-se muito mais lento, muitos professores afirmam também ser um perda de tempo.
Segundo ferreiro, (apud nova escola, 1996, p. 11) começar a alfabetização com letra bastão é uma tentativa de respeitar a seqüência do desenvolvimento visual e motor da criança. Porém todos os alunos tem capacidade de aprender a letra cursiva, apesar da letra bastão ser encontrada com mais freqüência, é com a cursiva que o aluno vai escrever a vida inteira. Veja os depoimentos abaixo:
"Na minha escola a professora ensinou a escrever com a letra bastão desde o jardim, hoje com 14 anos, estou no 9º ano e ainda tenho dificuldades motoras para escrever a cursiva, passei por quatro escolas diferentes, e em todas elas ouvia os professores dizer que eu deveria escrever com letra cursiva."

Mariana Rios, aluna de Escola Pública na Bahia




A letra bastão ou de fôrma maiúscula, cujas formas são mais simples, oferecem maior facilidade no traçado de crianças menores que ainda não desenvolveram a coordenação motora fina para a escrita. É mais indicada para letrar os alunos porque aparece em embalagens, livros, teclas do computador, jornais, revistas, ônibus, placas de rua, cartazes e em muitos outros lugares. É parte da vida cotidiana da criança e é reconhecida facilmente. A escrita é mais lenta do que a cursiva pelo movimento de se tirar o lápis do papel repetidas vezes. A criança pode ter dificuldades em passar para a cursiva depois.
A letra cursiva tem o traçado mais difícil e aparece só em bilhetes, cartas, nos cadernos dos colegas ou no quadro usada pela professora. Ajuda a criança a distinguir palavras reconhecendo-as separadas. É mais rápida pois o traço é contínuo. Quem a aprende tem mais facilidade para traçar a letra bastão, porém pode atrasar o ensino da escrita e da leitura, por exigir mais das crianças.
Como podem observar os dois tipos de letra trazem benefícios e dificuldades. Há professores que usam uma ou outra e os que usam as duas juntas. Particularmente prefiro utilizar as duas, porém a bastão mais para reconhecer e ler, na escrita, uso a cursiva desde o início, e não tive nenhuma dificuldade na transição, nem os aluno.