17/04/2011

06/04/2011

7 de abril - dia mundial da saúde - para colorir







O Dia Mundial da Saúdefoi criado pela OMS em 7 de abril de 1950,  é um evento mundial para comemorar a implementação da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Essa data é um dos mais importantes instrumentos da OMS para promover um amplo debate público sobre as questões de saúde no mundo.
Trata-se de uma forma de estimular a discussão sobre ações que resultem na redução das mortes provocadas pelas doenças escolhidas como temas, no âmbito dos governos federais e da sociedade em geral.

A saúde é uma das maiores riquezas do ser humano, é sinônimo de vida. Por isso, é importante que você procure ter hábitos que ajudem a manter uma boa saúde, garantindo uma vida mais ativa e alegre.
Segundo a Organização Mundial de Saúde - OMS, saúde é o mais completo estado de bem-estar físico, mental e social e não a simples ausência de doença.
Ou seja, uma pessoa saudável não é aquela que não está doente, mas a que tem o corpo e a mente funcionando em harmonia, desempenhando os papéis que cabem a cada um e proporcionando o máximo de bem-estar, disposição e vitalidade.


28/03/2011

Aniversário de Salvador - Projeto Minha Cidade

PROJETO MINHA CIDADE

Objetivos:

• Proporcionar ao aluno o conhecimento das ruas, e dos bairros da cidade em que mora.

• Observar e registrar informações dos elementos encontrados durante a pesquisa sobre a cidade dele: nomes de ruas, edifícios municipais, igrejas, praças etc.

• Identificar as modificações ocorridas na paisagem pela ação do trabalho das pessoas através do tempo.

• Conhecer a história e os principais pontos turísticos da cidade onde ele mora.

Temas transversais

Ética: Uso e valorização do diálogo como instrumento para esclarecer os conteúdos. Trabalho coletivo e compartilhamento de descobertas.

Meio ambiente: conhecimento e comparação da natureza e comparar a natureza da paisagem local e de outros lugares e observação dos aspectos estéticos da região da escola. As principais características do ambiente e/ou paisagem da região em que fica a escola.

Saúde: Diferenças entre ambientes preservados e degradados: preservação e conservação da cidade.

Pluralidade cultural: Diferentes formas de transmissão de conhecimento sobre a cultura e a formação da população do lugar em estudo.

Cidadania: direitos e deveres individuais e coletivos.

Material a ser utilizado

• Sucatas: papéis coloridos, copinhos e canudos de plástico, caixinhas de papelão, palitos de sorvete, etc.

• Cartolinas, canetas, colas, tesouras, fita adesiva para as maquetes.

• Caderno ou papel e lápis para anotações.

• Pesquisa sobre a história do nome da cidade.

• Fotos da cidade.

Procedimentos

Primeira etapa

Sensibilização. Proponha um debate sobre:

• O que o aluno admira na cidade dele?

• O surgimento da cidade dele.

• A origem do nome da cidade.

Segunda etapa

Organize um passeio pelo centro e pelos pontos turísticos da cidade. Cada aluno deverá levar uma folha e um lápis para registrar as observações. Observem se existem lojas, bancos, padarias, farmácias etc. Há praças, jardins, pontes, monumentos?



Peça-lhes para verificarem se há sinais de trânsito (semáforos, placas, faixa para pedestres nas ruas), telefones públicos, meios de transporte? Quais?



Através da observação, questione-os com perguntas, para que comparem, formulem hipóteses e identifiquem que tipos de construção, avenidas e serviços públicos eles encon

Autor desconhecido

Projeto Água

PROJETO ÁGUA
A vida na água



OBJETIVOS: conhecer diferentes tipos de seres que vivem na água. Conscientizar- se do papel do homem na preservação dos rios, lagos e mares

COMO SURGIU O TEMA? Durante o 1ª semestre, os alunos do Pré, desenvolveram o projeto: "A ÁGUA E SUA IMPORTÂNCIA PARA A NOSSA VIDA". Neste percurso, descobriram que: NA ÁGUA EXISTE MUITA VIDA !

E QUISERAM DESCOBRIR MAIS:
• Que tipos de peixes e plantas existem na água?

• Como os peixes nascem?

• Como os peixes respiram?

• Tudo o que vive na água sabe nadar?

• O que os animais que vivem na água comem?


COMO CAMINHAMOS ?

• Os alunos do pré retomaram os estudos do semestre anterior e repartiram o conhecimento construído com os alunos do jardim.

• Pesquisas em livros, revistas, vídeos, cds, sobre os diversos tipos de plantas e animais que vivem na água.

• Visita à loja de peixes e escolha do tipo de peixe para colocar no aquário a ser montado em sala de aula.

O peixe escolhido foi o lebiste, devido ser também encontrado nos rios da região, ser predador natural das larvas de mosquito (inclusive o da dengue) e por reproduzir rapidamente e em grande quantidade.


CONTEÚDOS UTILIZADOS NO DESENVOLVIMENTO DO PROJETO



LIBERANDO A EXPRESSÃO

possibilidade de expressar o conhecimento construído através de:

• fala, mímica, dramatização;

• modelagem, pintura, dobraduras;

• desenho, escrita;

• elaboração de relatórios;

• criação de poesias e cantigas.

MATEMATICANDO A VIDA

Para resolver os nossos problemas e compreender as nossas descobertas, tivemos que buscar ajuda na matemática:

• contagem numérica

• as quatro operações

• medidas de comprimento

• medidas de capacidade

• noções de espaço

DESCOBRINDO A NATUREZA



Conhecemos diversos tipos de plantas e animais que vivem na água e aprendemos muita coisa sobre eles:

• características

• habitat

• utilidade

• reprodução

• alimentação

• locomoção



ENTENDENDO O HOJE NO TEMPO E NO ESPAÇO



compreendemos as diferença da vida na água:

• nos dias de hoje e antigamente

• nos lagos, rios e oceanos

aprendemos que as pessoas são responsáveis pela preservação da vida na água



SITUAÇÕES SIGNIFICATIVAS DURANTE O DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

1. CONSTRUÇÃO DO PAINEL "A VIDA NA ÁGUA"

2. MEDIDA DE COMPRIMENTO: Utilizando palitos de picolé, foram medidos os seis aquários existentes na sala de aula.

3. O nascimento dos filhotes dos Lebistes e a preocupação das crianças em separá-los da mãe para que não fossem devorados.

4. A descoberta dos "Poliquetas", minúsculos animais marinhos que vieram despercebidos, juntamente com as pedras e algas trazidos da praia.

5. A constatação de que a nossa estrela do mar tem seis pontas, considerando que todas as demais observadas no mar possuíam apenas cinco pontas.

6. A tristeza pelo desaparecimento de alguns espécimes, que serviram de alimento para outros. As anêmonas comeram os cavalos-marinhos; a ostra e os mariscos serviram de alimento para a estrela do mar.

7. A identificação dos machos e fêmeas dos filhotes de Lebistes.

8. A conscientização da necessidade de devolver o "Pepino do Mar" ao seu lugar de origem, uma vez que o mesmo produzia muita "sujeira" dentro do aquário.

9. A observação constante que as crianças fazem da vida existente em nossos aquários e a relação que estabelecem com as observações que fazem fora da escola: nas lagoas em suas casas, no rio que passa pelo bairro e nos passeios à praia com seu familiares.

10. Elaboração de um livro de poesias para os nossos amigos que vivem na água.

11. Criação de histórias sobre o nosso relacionamento com os animais que vivem na água.


Autor desconhecido ( Recebi por email)

23/03/2011

Projeto Dia do Livro

Projeto: Montagem de uma peça teatral a partir da leitura de uma história.

Título do projeto: Quando a história leva à fantasia e a fantasia à representação.

Tema: Dia Nacional do Livro Infantil (18 de abril – data do nascimento de Monteiro Lobato).

Duração do projeto: aproximadamente um mês.

Projeto interdisciplinar: Língua Portuguesa, História, Geografia, Arte, Dramatização, Música e Informática.
Discuta com os alunos a elaboração do projeto. Converse sobre os temas que serão desenvolvidos:

• O papel da literatura infantil e a importância de escritores de literatura infantil, como Monteiro Lobato.
• A biografia de Monteiro Lobato – Recomende que explorem e busquem informações interessantes sobre Monteiro Lobato.
• Ressalte a necessidade do envolvimento de todos na elaboração do projeto, na responsabilidade de cada um e qual será o produto final.



Etapas do projeto

1. A escolha do livro deve ser feita de forma cuidadosa, pelo professor, com a ajuda dos professores de Arte e Música. (O livro não precisa necessariamente ser de Monteiro Lobato.) Veja no site do IBEP-Nacional, www.ibep-nacional.com.br, alguns livros paradidáticos.

2. Apresentação do livro para os alunos.

3. Antecipação, com os alunos, do enredo e tipo de história, analisando o título, o nome do autor, as imagens do livro.

4. Leitura compartilhada da história – leitura modeladora – realizada pela professora da classe, com comentários sobre a capa do livro, o título, o nome do autor ou autores, o nome do ilustrador, as imagens do livro, a quantidade de páginas, o tipo de letra, as informações da contracapa etc.
A leitura deve ser feita de forma interativa, para dar oportunidade ao professor ou aos alunos, ocasionalmente, de tecerem comentários sobre o enredo e o comportamento das personagens, o que intensifica o envolvimento com a história.

5. Reescrita da história pelos alunos da classe. O texto coletivo é escrito na lousa pelo professor. Os alunos copiam esse texto no caderno.

6. Montagem de um pequeno livro, individual, com desenhos e textos do aluno, recontando todas as etapas da história.

7. Se possível, leitura ou comentário de outros livros que contam uma história semelhante ou que tratam do mesmo tema.

8. A preparação para a representação da história deverá contar com a colaboração de todos para a escolha dos papéis e das músicas, para a confecção das fantasias, do cenário. De alguma forma, todos os alunos da classe deverão participar da peça.

9. Apresentação da história, dramatizada pelos alunos, no auditório do colégio ou mesmo em um palco improvisado no pátio.

Justificativa

1. Trata-se de uma atividade altamente lúdica, multidisciplinar, que envolve toda a classe.
2. Exercita o pensamento simbólico no jogo do faz-de-conta.
3. Contribui para o crescimento pessoal, pois as crianças se defrontam com vários desafios.
4. Faculta a aquisição de conhecimentos variados, decorrentes da própria realização das tarefas.
5. As atividades são lúdicas, contextualizadas e muito significativas.
6. Oportuniza a ampliação do vocabulário. Melhora a oratória e a pronúncia das palavras.
7. Desenvolve habilidades, sensibilidade musical, ritmo, desenho, conhecimento do mundo, expressão corporal, atenção e concentração.

Apresentação
Livro individual com capa desenhada, ilustrado e reescrito pelo aluno.
Apresentação da peça para os convidados (pais, outras classes ou anos).

Observações
Este projeto pode ser realizado nos anos iniciais do Ensino Fundamental I.
A escolha do livro e as atividades deverão ser adaptadas à faixa etária dos alunos, e podem sofrer variações conforme o envolvimento e o desempenho deles.
As etapas e as atividades descritas servem como sugestões. Entretanto, as professoras deverão adaptá-las e enriquecê-las de acordo com o ritmo da classe, a disponibilidade de tempo, espaços, materiais e o plano geral do colégio.


Eu Gosto

14/01/2011

A Escola dos meus sonhos - Mensagem

A escola dos meus sonhos não é a maior do mundo, edificada no centro de um bosque verdejante, com pássaros encantadores, riachos de águas cristalinas...


nem de paredes com matizes, com desenhos fascinantes... um gigantesco parque de diversões para brincar com os meus colegas na hora do recreio...



A escola dos meus sonhos não é abarrotada de computadores com jogos emocionantes, equipada com um moderno laboratório de pesquisa... nem um ambiente onde eu tenha liberdade para fazer o que quero ou estudar somente quando sentir vontade.



A escola dos meus sonhos é bem grande, tão grande que atinge a dimensão das minhas curiosidades, os moldes das minhas necessidades de crescer...



A escola dos meus sonhos... é um espaço acolhedor, onde eu me sinto bem em estar, sou recebido com carinho, respeitado como cidadão... uma escola que me ajuda a dar asas ao meu desejo de aprender, que proporciona condições para desenvolver o meu potencial e oportunidades para expor minhas ideias... para aprender errando, discutindo... para encontrar nos estudos a estrutura para evoluir, ser alguém, ter o meu lugar na sociedade, no mundo...



A escola dos meus sonhos não tem muralhas com cerca elétrica, alarmes, câmeras, janelas com grades, professor de disciplina para me monitorar nos intervalos, docentes estressados... A escola dos meus sonhos... não tem gestor ditador nem aplica conteúdos que não me ajudarão no meu crescimento humano.



A escola dos meus sonhos... retém valores necessários à formação do cidadão crítico, do profissional atuante e não é uma instituição que me trata como robô com manual de instruções para me encaixilhar nos protótipos de uma sociedade deformada, carente de denodos e desprovida de princípios.



A escola dos meus sonhos... não me proporciona diversão, mas me dá regozijo por fazer parte do seu quadro, e esse quadro é complementado por professores que cumprem as suas funções de compromissados com a Educação, por gestores que exigem que os conteúdos aplicados transformem informações em conhecimentos; esses teores servem de base, de referência para me proporcionar um futuro promissor.



O despertador dos fatos dispara, é hora de cair na real e, acordado, com os olhos bem abertos, vejo que a escola dos meus sonhos é um mito simplesmente, um devaneio daqueles que acreditam que aplicações financeiras e força política conseguem edificar a escola ideal.



Essa utopia pode até mudar de tom, de cor, de formato... se aqueles que fazem Educação decidirem amenizar o clima de tensão e fizerem da escola um ambiente de inclusão, de formação de cidadãos através da aplicação de conteúdos que exalem valores e princípios.



A escola que temos é um terrível pesadelo para o sistema de ensino: violência, descaso... repúdio. A escola que deveria proporcionar bons sonhos está se convertendo num marasmo para muitos, pois lutas sanguinárias estão se tornando rotina; desrespeito, abusos impostos pelos dominantes são cada vez maiores. Já os investimentos para a melhoria no salário dos professores, as capacitações, os fomentos de programas, a adequação dos prédios têm um progresso lento, sustentando um dos mais baixos índices das Américas, pois, cada vez mais, a escola se distancia do objetivo de proporcionar uma educação transformadora.



Mas o sistema sonha, sonha... sonha tanto que chega ao delírio de entrar em cadeia nacional para mostrar suas peripécias e dizer que a Educação “vai bem, muito obrigado!”.

Infelizmente, a nossa educação é avaliada pelas cifras investidas, e não por meio de dados que salientam avanços.


Nildo Laje

09/01/2011

Linhas pedagógicas

Antes de escolher uma escola para seu filho, conheça as linhas pedagógicas:

Tradicional


......A linha tradicional de ensino alastrou-se no século XVIII, a partir do Iluminismo, e tinha por objetivo universalizar o acesso do indivíduo ao conhecimento. Foi considerada não-crítica e ultrapassada nas décadas de 60 e 70, mas ainda tem muita importância para os educadores. Seus defensores enfatizam que não há como formar um aluno crítico e questionador sem uma base sólida de informação.

......As escolas que seguem esta linha pedagógica privilegiam a transmissão do conteúdo. O professor, cuja função é transmitir conhecimento e informações para os alunos, é o guia do processo educativo. Escolas que seguem esse modelo tendem a ser rígidas em relação à disciplina.

......O sistema de avaliação das escolas tradicionais mede a quantidade de informação absorvida pelo aluno. Essas escolas tendem a prepará-los para o vestibular desde o início do currículo escolar.



Construtivista

......A teoria de aprendizagem, desenvolvida pelo filósofo Jean Piaget (1896-1980), propõe que o conhecimento resulta da interação de uma inteligência sensório-motora com o ambiente. O estudo demonstrou que uma criança aprende espontaneamente, organizando os dados do exterior a partir dos quais vai construindo seu conhecimento, não é um “ser” moldado pelo professor.

......Noções como proporção, quantidade, causalidade, volume e outras, surgem da própria interação da criança com o meio em que vive. Uma aluna de Piaget, Emilia Ferrero, ampliou a teoria para o campo da leitura e da escrita e concluiu que a criança pode se alfabetizar sozinha, desde que esteja em ambiente que estimule o contato com letras e textos.

......Essa teoria de aprendizagem chegou ao Brasil na década de 70, quando foram criadas algumas escolas experimentais ou alternativas. Hoje já existem várias escolas utilizando este método. A proposta dá prioridade aos conhecimentos que a criança traz consigo, buscando fazer com que esses saberes sejam aprofundados, reconstruídos em diferentes momentos e de diversas formas.

......Mais do que uma linha pedagógica, o construtivismo é uma teoria psicológica que busca explicar como se modificam as estratégias de conhecimento do indivíduo no decorrer de sua vida.

......O professor tem o papel de coordenar as atividades, perceber como cada aluno se desenvolve e propor situações de aprendizagem expressivas. A informação e o conteúdo são fundamentais, mas o processo pelo qual o aluno chega a eles e como estabelece relações e comparações é o mais importante. Dessa maneira, as escolas acreditam que formam crianças mais críticas, opinativas e investigativas. As disciplinas estão voltadas para a reflexão e auto-avaliação, portanto a escola não é considerada rígida.



Montessoriana

......Desenvolvida por Maria Montessori (1870-1952), a teoria do desenvolvimento infantil parte do pressuposto de que a criança é dotada de infinitas potencialidades. De acordo com a visão montessoriana, a criança deve ser incentivada a desenvolver um senso de responsabilidade pelo próprio aprendizado e o ensino deve ser ativo.

......As escolas que seguem essa linha levam muito em conta a personalidade de cada criança, e enfatizam as experiências e o manuseio de materiais para obter a concentração individual e o aprendizado. São propostos trabalhos voltados para atividades motoras e sensoriais que aproximem o aluno da ciência, da arte e da música.

......Na relação entre professor e aluno, as atividades são sugeridas e orientadas, deixando que a própria criança se corrija, adquirindo assim maior autoconfiança. O educador é um guia que remove obstáculos da aprendizagem, localiza e trabalha as dificuldades de cada criança. No aprendizado de números, por exemplo, a teoria não é o ponto de partida, o orientador utiliza pequenas barras coloridas, que possibilitam à criança visualizar relações e proporções.



Waldorf

......Essa linha pedagógica surgiu a partir de 1919, em conferências do filósofo Rudolf Steiner (1861-1925) sobre educação. O método baseia-se nos três eixos de desenvolvimento da criança: físico, social e individual. Sua proposta é baseada no movimento da criança, na atividade motora. São contra o uso da televisão e de brinquedos industrializados, preferem dar aos alunos pedaços de madeira para que eles os transformem em brinquedos.

......Os alunos são divididos por faixas etárias e não por série. São contra também a alfabetização antes dos sete anos de idade. Não há repetências e os professores guiam uma mesma turma durante um ciclo de sete anos.

......A relação da entidade com a família é intensa. As escolas que seguem essa linha têm princípios mais radicais e esperam dos pais uma postura sintonizada com a sua filosofia educacional.

*Os primeiros alunos do filósofo Steiner, eram funcionários da fábrica Waldorf Astoria, na Alemanha. Daí o nome desta linha pedagógica.

Afinal, o que realmente importa?

......A verdade é que existem diferentes formas de educar. O principal é desenvolver a potencialidade de cada criança e formar pessoas respeitosas, honestas, competentes e confiantes na sua capacidade de enfrentar os desafios da vida. Conservadoras ou liberais, as escolas precisam colocar em prática as teorias que pregam. Na hora da decisão, o casal deve visitar as instituições de seu interesse acompanhado dos filhos, pois é necessário que as crianças se identifiquem com a escola para que tenham sucesso

em sua formação.


Fonte: Mulher de classe

04/12/2010

A participação da família na alfabetização das crianças

1- Proporcione situações para leitura e escrita, usando textos e livros mais simples, curtos e de fácil entendimento, que tal visitar bibliotecas e livrarias exercite com as crianças a escolha de títulos, descubra suas preferências literárias;

2-Estimule a escrita de textos pela própria criança, confeccionar listas de supermercado, bilhetes, agendas, diários, entre outros;

3-Envie para a professora dificuldades que foram percebidas em casa;

4- Envie para a escola, os textos que você tenha trabalhado com a criança, de forma que ela possa socializar com os colegas e professor;

5- Reveze a leitura com seu filho, leia uma página, trecho de textos ou frases e ele outra;

6- Encontre tempo e disponibilidade para acompanhar as atividades escolares da criança;

7-Os horários para leitura devem ser muito bem planejados a criança precisa de um tempo para descansar e brincar;

8-O local do estudo precisa ser agradável e receptível, nada de barulho (televisão, vídeo game, computador);

9- Papai e mamãe demonstrem interesse e paciência pelas atividades do seu filho, veja e comente o que ele escreveu, ouça o que esta lendo;

10- As sugestões de leitura enviadas pela professora são importantes, leia sempre;

11- Incentive e elogio cada conquista, cada etapa vencida, seu filho merece;

12-Caso surja alguma dúvida, não tenha receio, peça ajuda a professora ou a escola, o importante é participar e desfrutar deste momento com seu filho.

02/12/2010

Identificar o nível de Alfabetização

PRÉ-SILÁBICA




*Grafismo Primitivo

Predomínio de rabiscos e pseudo-letras. A utilização de grafias convencionais é um intento para a criança.

Desenvolvem procedimentos para diferenciar escritas. (garatujas)

*Escrita sem controle de quantidade

A criança escreve ocupando toda a largura da folha ou do espaço destinado a escrita.

A R M S MO H A O R U I L N M (brigadeiro)

A M T O X A M H N TS K H U I (pipoca)

M H O T I P E R T C L P M N B O (suco)

A T R O C D G P E S IP U T D F F (bis)

*Escrita Unigráfica

A criança utiliza somente uma letra para representar a palavra.

A (brigadeiro)

L (pipoca)

F (suco)

C (bis)

*Escrita Fixa

A mesma série de letras numa mesma ordem serve para diferenciar nomes.

Predomínio de grafias convencionais.

A L N I (brigadeiro)

A L N I (pipoca)

A L N I (suco)

A L N I (bis)

*Quantidade variável

Repertório Fixo/Parcial

Algumas letras aparecem na mesma ordem e lugar, outras letras de forma diferente. Varia a quantidade de letras para cada palavra.

S A M T (brigadeiro)

A M T (pipoca)

A M T S A (suco)

S A T (bis)

*Quantidade constante

Repertório variável

Quantidade constante para todas as escritas. Porém, usa-se o recurso da diferenciação qualitativa: as letras mudam ou muda a ordem das letras.

HRUM (brigadeiro)

ASGK (pipoca)

ONBJ (suco)

CFTV (bis)

*Quantidade variável

Repertório variado

Expressam máxima diferenciação controlada para diferenciar uma escrita de outra.

R A M Q N (brigadeiro)

A B E A M F (pipoca)

G E P F A (suco)

O S D L (bis)

*Quantidade e repertório variáveis

Presença de valor sonoro início e/ou fim

Variedade na quantidade e no repertório de letras. A criança preocupa-se em utilizar letras que correspondem ao som inicial e/ou final.

I M S A B R O (brigadeiro)

I B R N S A (pipoca)

U R M T O (suco)

I N B O X I X (bis)



SILÁBICA



*Sem valor sonoro: a criança escreve uma letra para representar a sílaba sem se preocupar com o valor sonoro correspondente

R O M T (brigadeiro)

B U D (pipoca)

A S (suco)

R (bis)

*Iniciando uma correspondência sonora: a criança escreve uma letra para cada sílaba e começa a utilizar letras que correspondem ao som da sílaba.

I T M O (brigadeiro)

P Q A (pipoca)

R O (suco)

G I (bis)

*Com valor sonoro: a criança escreve uma letra para cada sílaba, utilizando letras que correspondem ao som da sílaba; às vezes usa só vogais e outras vezes consoantes e vogais.

I A E O – B H D O (brigadeiro)

I O A – P O K (pipoca)

U O – S C (suco)

I S – B I (bis)

*Silábico em conflito ou hipótese falsa necessária: momento de conflito cognitivo relacionado à quantidade mínima de letras (BIS/ISIS) e a contradição entre a interpretação silábica e as escritas alfabéticas que têm sempre mais letras. Acrescenta letras e dá a impressão que regrediu para o pré- silábico.

B H D U L E (brigadeiro)

I O K E C (pipoca)

U O K U (suco)

I S I S (bis)



SILÁBICA - ALFABÉTICA



A criança, ora escreve uma letra para representar a sílaba, ora escreve a sílaba completa. Dificuldade é mais visível nas sílabas complexas.

B I H D R O (brigadeiro)

P I P O K (pipoca)

S U K O (suco)

B I Z (bis)



ALFABÉTICA





A criança já compreende o sistema de escrita faltando apenas apropriar-se das convenções ortográficas; principalmente nas sílabas complexas..

BRIGADEIRO

PIPOCA

SUCO

BIS





Essas informações são parâmetros que ajudam a compreender as hipóteses das crianças sobre o sistema de escrita e assim poder planejar e intervir intencionalmente para que avancem.

As crianças são complexas e muitas vezes não se encaixam nas “gavetinhas”, é preciso investigar, usando diferentes estratégias para conhecê-las.





Fonte: Meu Mundo