16/11/2009

Professor Max Haetinger





Eu , Professor Max Haetinger e Mary No evento da Editora Positivo
no Oton Palace, em 13/11/09.

01/11/2009

Indisciplina na Escola



Um comportamento indisciplinado é qualquer acto ou omissão que contraria alguns princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola ou pelo professor ou pela comunidade. A indisciplina é uma resposta à autoridade do professor.




O aluno contesta porque não está de acordo com as exigências do professor, com os valores que ele pretende impor, com os seus critérios de avaliação, a sua parcialidade, ... Existe entre o professor e o aluno uma relação desequilibrada. O aluno não aceita o professor ou a sua disciplina. O professor não consegue motivar o aluno ou despertá-lo ou cativá-lo.



Os motivos da indisciplina podem ser extrínsecos à aula , tais como problemas familiares, inserção social ou escolar, excessiva protecção dos pais, carências sociais, forte influência de ídolos violentos, etc. Nestes casos o professor pouco pode fazer. No entanto existem outras causas que resultam de disfunções entre os alunos e a escola.







A desmotivação dos alunos e o desinteresse explicito por aquilo que se pretende ensinar ou qualquer outro comportamento inadequado, por vezes não são mais do que chamadas de atenção ao professor sobre os seus métodos de ensino ou sobre as estratégias de relação na aula. O professor deve ser explícito e justo na negociação do contrato que é feito com os alunos. A alteração das regras pode provocar indisciplina.



Um aluno indisciplinado pode não ter insucesso.



O aluno traz para a aula os valores e atitudes que foi apreendendo até aquele momento. A indisciplina pode ser um reflexo da ausência de condições para uma adequada educação familiar.



Prof2000

24/10/2009

Bastão ou cursiva?

Um assunto que vem gerando polêmica e está sempre presente no meio pedagógico, é a questão de que tipo de letra usar para alfabetizar.
Por um lado afirma-se que o mais indicado para o início do processo é ensinar a letra tipo bastão é mais fácil para o aluno e para o professor também. Mas por outro lado o processo de transição da bastão para a cursiva torna-se muito mais lento, muitos professores afirmam também ser um perda de tempo.
Segundo ferreiro, (apud nova escola, 1996, p. 11) começar a alfabetização com letra bastão é uma tentativa de respeitar a seqüência do desenvolvimento visual e motor da criança. Porém todos os alunos tem capacidade de aprender a letra cursiva, apesar da letra bastão ser encontrada com mais freqüência, é com a cursiva que o aluno vai escrever a vida inteira. Veja os depoimentos abaixo:
"Na minha escola a professora ensinou a escrever com a letra bastão desde o jardim, hoje com 14 anos, estou no 9º ano e ainda tenho dificuldades motoras para escrever a cursiva, passei por quatro escolas diferentes, e em todas elas ouvia os professores dizer que eu deveria escrever com letra cursiva."

Mariana Rios, aluna de Escola Pública na Bahia




A letra bastão ou de fôrma maiúscula, cujas formas são mais simples, oferecem maior facilidade no traçado de crianças menores que ainda não desenvolveram a coordenação motora fina para a escrita. É mais indicada para letrar os alunos porque aparece em embalagens, livros, teclas do computador, jornais, revistas, ônibus, placas de rua, cartazes e em muitos outros lugares. É parte da vida cotidiana da criança e é reconhecida facilmente. A escrita é mais lenta do que a cursiva pelo movimento de se tirar o lápis do papel repetidas vezes. A criança pode ter dificuldades em passar para a cursiva depois.
A letra cursiva tem o traçado mais difícil e aparece só em bilhetes, cartas, nos cadernos dos colegas ou no quadro usada pela professora. Ajuda a criança a distinguir palavras reconhecendo-as separadas. É mais rápida pois o traço é contínuo. Quem a aprende tem mais facilidade para traçar a letra bastão, porém pode atrasar o ensino da escrita e da leitura, por exigir mais das crianças.
Como podem observar os dois tipos de letra trazem benefícios e dificuldades. Há professores que usam uma ou outra e os que usam as duas juntas. Particularmente prefiro utilizar as duas, porém a bastão mais para reconhecer e ler, na escrita, uso a cursiva desde o início, e não tive nenhuma dificuldade na transição, nem os aluno.

13/10/2009

Projeto Procurando Nemo


JUSTIFICATIVA
O trabalho com vídeos infantis torna a aula mais atrativa, dinâmica e mais próxima da realidade dos alunos.
Valoriza a língua como veículo de comunicação e expressão das pessoas e dos povos, abrangendo o desenvolvimento da linguagem, da leitura e da escrita.
OBJETIVOS:
• Recuperar as histórias da primeira infância;
• Preparar a criança para a aprendizagem da leitura e da escrita, de maneira lúdica e criativa;
• Trabalhar com a narração, com o corpo e a gesticulação, entonação e preparação do espaço a ser utilizado pelas crianças, ampliando os vários sentidos da narrativa;
• Garantir ainda uma relação mais afetiva entre professores e alunos e facilitar uma melhor integração no ambiente escolar;
• Refletir sobre os princípios éticos, morais e culturais apresentados no vídeo, interligando-os com a realidade atual, desenvolvendo a habilidade da argumentação;
• Produzir textos diversos coletivamente (narrativos, descritivos, bilhete, receitas, anúncios,);
• Explorar a linguagem oral e escrita.

MATERIAIS:

DVD: Procurando Nemo;
Televisão e DVD;
Fantoches ou dedoches dos personagens;
Diversos (sulfite, lápis de cor, giz de cera, cartolina,...).

11/10/2009

Plano de intervenção para o Ensino Eundamental

1.TEMA:

A FAMILIA NO AMBIENTE ESCOLAR: CONTRIBUIÇÕES A APRENDIZAGEM DA CRIANÇA.

SUBTEMAS:

Família
Escola
Criança
Comportamento

2.JUSTIFICATIVA:

O envolvimento e a participação da família no ambiente escolar nos dias atuais, é considerado um componente importante para o desempenho ideal das instituições de ensino, e para a segurança da criança em sua vida escolar.

O ambiente escolar tem sem dúvida, uma função importantíssima, a educadora. Por isso se faz necessário que a família procure acompanhar o desenvolvimento da criança em todo o seu processo de aprendizagem, tanto no lar quanto na sua atividade na escola.

3. OBJETIVO GERAL:

Desenvolver um trabalho coletivo no ambiente escolar incluindo a família no processo ensino-aprendizagem, como parceiros e colaboradores, estimulando o crescimento do aluno, resgatando o fortalecimento da auto-estima.

4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

*Valorizar dentro do ambiente escolar e familiar a importância do diálogo;

*Promover a integração entre família e escola, estimulando o rendimento e o comportamento escolar;

*Ressaltar a importância da afetividade na escola e na família;

*Trabalhar o lógico-matemático, lingüística e produção de textos coletivos;

*Orientar os alunos sobre os direitos e deveres de cada um (normas da escola);

*Adotar atitudes de solidariedade, companheirismo, respeito e cooperação;

*Aprender a resolver conflitos por meio do diálogo, ouvir e respeitar os outros

5.DESENVOLVIMENTO:

Conversação;
Filmes;
Cantigas de roda
Histórias;
Músicas;
Contos;
Passeio na casa dos alunos;
Promover jogos;
Piquenique;
Conversação sobre a família;
Origem do nome;
Álbum do nome;
Pesquisa da família montando a árvore geanológica;
Trazer fotografias da família;
Mural com palavras mágicas que ajudam na boa convivência;
Ajudante do dia;
Corpo humano;
Cuidado com as coisas alheias.

6- Metodologia:

*Apresentar filmes sobre a família;

*Trabalhar histórias em quadrinhos, literárias, músicas, fantoches, teatro e conto partindo do tema;

*Discutir o desempenho de cada membro da família, as diferenças e semelhanças;

*Produzir um mural da família (com fotos ou recortes), mostrando as diversas estruturas familiares, ressaltando a importância do amor, respeito, solidariedade, perdão...;

*Trabalhar a auto-estima e a responsabilidade de cada aluno, partindo do ajudante do dia;

*Trabalhar com os conteúdos sobre higiene e fazer com que eles se reflitam também em casa.


7- CONTEÚDOS:

*Linguagem oral e escrita: textos coletivos, utilização da escrita, recorte de palavras relacionadas com o tema, leitura de textos complementares;

*Lógico-matemático: contagem de letras, gravuras e situações-problemas

*História e Geografia: árvore geanológica, comparar fotos passadas e atuais da criança/escola e criança/ família, localização da escola em relação da residência de cada aluno;

*Ciências; higiene e corpo humano;

*Ensino Religioso; confecção de cartazes, ressaltar a importância do trabalho em grupo e o respeito ao próximo e outros valores morais.


8.ATIVIDADES:

*Releitura de filme sobre a família;

*Utilizar recortes e desenhos livres, partindo de história em quadrinhos e leituras;

*Trabalhar os diversos tipos de moradias, através de histórias infantis (Os três porquinhos) e visitas (casa dos alunos) ou de recortes de revistas;

*Pedir para os alunos que pesquisem com seus pais e avós sobre a sua origem;

*Recorte de revistas ou fotos da família para montar um mural sobre o tema;

*Partindo do tema higiene, pedir para que as crianças tragam de casa, rótulos de produtos de higiene para colar num painel de onde se fará outras atividades: (com que letra começa..., quantidade de letras etc);

*Trabalhar vários textos coletivos a partir do tema do dia.


9.AVALIAÇÃO:

Será feita através de registros, de acordo com a participação, interesse e desenvolvimento de cada aluno, individual e coletivamente.

15/09/2009

Brincar sempre





24/08/2009

Projeto Dia do Soldado











O dia 25 de agosto foi escolhido como Dia do Soldado por ser a data de nascimento do Duque de Caxias, declarado patrono do Exército brasileiro em 13 de março de 1962.

Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, nasceu em 25 de agosto de 1803, na Vila de Porto Estrela (atual Duque de Caxias), no Rio de Janeiro. De família militar, sua vida sempre esteve ligada ao exército. Aos 5 anos de idade foi aceito como cadete. Aos 15 anos, já pertencia à Academia Real Militar. Recebeu várias promoções até alcançar o de marechal, posto máximo na hierarquia militar.
Caxias teve uma participação fundamental nas lutas de consolidação da Independência. Entre elas, podem ser citadas as campanhas na Bahia (1823) e na Cisplatina (1815-1825). Em 1837, já com a patente de tenente-coronel, comandou a luta para reprimir a revolta da Balaiada (Maranhão e Piauí, 1838-1841). Em 1841, é promovido a coronel e recebe o título de barão de Caxias. Em 1842, reprimiu manifestações liberais em Minas Gerais e São Paulo e os últimos focos da guerra dos Farrapos, o que lhe valeu o título de Conde e a escolha para o senado em 1846.Internacionalmente, participou das campanhas contra o governo de Manuel Oribe (Uruguai) e o ditador Juan Manuel Rosas (Argentina). Alcançou a patente máxima do Exército, a de Marechal, durante a Guerra do Paraguai (1865-1870). Nessa guerra, liderou a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai), conquistando Assunção, capital do Paraguai, em 1869. Graças à sua participação, recebeu o maior título de nobreza dado a um brasileiro pelo Imperador: o de Duque de Caxias.Na administração, ocupou a presidência da província do Rio Grande do Sul em 1846 e o cargo de Ministro da Guerra em 1854 e 1861. Também foi presidente do Conselho de Ministros, função equivalente à do primeiro-ministro no sistema parlamentarista, em 1861.Morreu em Desengano, hoje Juparanã, no Rio de Janeiro, em 7 de março de 1880.
Aprendizagem em Ação
CANÇÃO DO EXÉRCITO ( clique para ouvir)



Nós somos da Pátria a guarda,
Fiéis soldados,
Por ela amados.
Nas cores de nossa farda
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.

Em nosso valor se encerra
Toda a esperança
Que um povo alcança.
Quando altiva for a Terra
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.

A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor.
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor.

Como é sublime
Saber amar,
Com a alma adorar
A terra onde se nasce!
Amor febril
Pelo Brasil
No coração
Nosso que passe.

E quando a nação querida,
Frente ao inimigo,
Correr perigo,
Se dermos por ela a vida
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.

Assim ao Brasil faremos
Oferta igual
De amor filial.
E a ti, Pátria, salvaremos!
Rebrilha a glória,
Fulge a vitória.

A paz queremos com fervor,
A guerra só nos causa dor.
Porém, se a Pátria amada
For um dia ultrajada
Lutaremos sem temor.

18/07/2009

Internet - Fazendo um contrato com os filhos



Crianças e adolescentes precisam de autonomia e privacidade para brincar, estudar e realizar suas tarefas diárias, mas isto não significa que a participação e supervisão dos pais sobre as atividades dos filhos são dispensáveis. Quando o assunto é navegar na Internet o acompanhamento se torna quase que obrigatório. O maior problema é que, na maioria das vezes, os filhos estão na rede enquanto seus pais estão no trabalho ou quando os pais estão em casa estão não podem acompanhar os filhos. Para garantir uma navegação saudável você pode criar regras. Uma estratégia para criar regras e formular um contrato entre pais e filhos. Você pode fazer isto através de uma reunião familiar onde todos tenham oportunidade de expressar suas idéias e elaborar um acordo para utilização da Internet. Colocamos a sua disposição quatro pontos essenciais para formular um bom contrato.


1- Horário para acessar a rede Especifique os dias e horários nos quais seus filhos poderão utilizar a Internet. Marque uma reunião com eles para juntos encontrar os dias e horários mais adequados. Na Internet existem conteúdos educativos e saudáveis, mas também pornografia e violência. Por isto, tente especificar dias e horários que você esteja em casa. Alguns provedores fornecem um serviço de relatórios onde é possível saber os dias e horários que o internauta acessou a Internet e, ainda, o tempo que permaneceu na rede. Fuja dos provedores de acesso gratuito pois a maioria deles não possui uma política de proteção à criança. Este serviço geralmente é oferecido por provedores de acesso pagos, que possuem ferramentas onde é possível controlar o conteúdo Se for necessário ajustar o orçamento para contratar um provedor de acesso, discuta com seus filhos a substituição de alguma atividade de lazer da família por um acesso de qualidade, com certeza vai fazer diferença na formação deles.


2- Histórico Programas de navegação, como o Internet Explorer da Microsoft, por exemplo, possuem o recurso Histórico, que armazena por dias da semana os endereços das páginas visitadas pelo internauta. Estas informações podem ser apagada pelo usuário, mas combine com seus filhos que somente você poderá apagá-las. Desta forma você tem condições de saber quais as páginas por onde seus filhos navegam. Você pode utilizar este mesmo procedimento para os arquivos enviados à lixeira e para a relação exibida na pasta documentos do Menu iniciar do windows.


3- Salas de Bate-PapoEstabeleça regras claras sobre o uso das salas de bate-papo. Converse sobre a importância de sempre falar a verdade. Muitos adolescentes adotam pseudônimos e conseqüentemente se apresentam nas salas de bate-papo como se fosse outra pessoa, este é o primeiro passo para assumir outra personalidade e proferir mentiras. Este tipo de comportamento é pecado. “Abomino e detesto a mentira; porém amo tua lei” (Salmo 119-163). Explique aos seus filhos os perigos de revelar informações pessoais para alguém que conheceu na Internet. Número de telefone, endereço da residência e o nome da escola não devem ser informados. Converse com seus filhos de modo que eles adquiram consciência de que as pessoas que conhecemos na Internet nem sempre são o que parecem ser e que na maioria das vezes não dizem a verdade. Eles precisam saber que uma atitude errada pode comprometer a vida de toda a família.


4- Correio eletrônico Adote uma política para enviar e receber e-mails. Explique aos seus filhos que mensagens eletrônicas enviadas pela Internet (e-mails) podem extraviar-se e ser lidas por outras pessoas. Por isto, é importante evitar ao máximo enviar mensagem com informações pessoais. Fotos, por exemplo, não devem ser remetidas a desconhecidos. Dê preferência a programas de correio eletrônico, como por exemplo, o Outlook Express ou o Eudora e evite serviços de webmail. Os programas de correio armazenam informações importantes, mensagens recebidas e enviadas e que podem ser lidas sem necessariamente estar conectado à rede. Monte seu contrato, imprima e peça para que seus filhos assinem. Desta forma você estará desenvolvendo um relacionamento saudável com eles e promovendo o fortalecimento da sua família. Deixe claro que é importante respeitar todos os itens do contrato. Se houver necessidade em abrir uma exceção, tenha certeza que é uma excelente oportunidade para uma reunião familiar para discutir o assunto. Envie uma mensagem para nós contando sua experiência. Se for possível, envie seu modelo de contrato para que possamos publicar e ajudar outras famílias.